
O super-Obama teria poderes espetaculares para acabar com o déficit interno, salvar a economia, recuperar milhões de empregos, retirar os soldados do Iraque, recuperar o Afeganistão e liquidar o medo do terrorismo interno, entre outros males.
Nunca na história recente dos EUA um presidente eleito chega tão recomendado ao poder e gerando tanta expectativa. No país é comum oferecer cem dias de prazo para que o presidente possa mostrar algo, azeitar a sua máquina, fazer o país andar.
Com Obama, o prazo pode dobrar, tamanha a boa vontade de todos, das planícies geladas do Meio Oeste americano aos desertos da África.
(Zero Hora)
Colaboração: Cássio Medeiros
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